Pois nós que estamos
neste tabernáculo, gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas
revestido, para que o mortal seja absorvido pela vida. II Coríntios 5:4
Existe um “lugar” que conheço muito bem, a “Presença do Pai”!
Já estive lá, e é indescritível!
Na busca por descrevê-lo com palavras me arrisco dizer:
“Como um colo aconchegante!” (que talvez muitos nunca tenham
tido, por isso podem ter dificuldades de imaginar como seja).
Porém, eu mesma nunca sentira tal acolhimento, calor,
segurança, satisfação para anseios que nem percebíamos que temos.
Se é tão bom porque saímos de lá?
Simples! Como Adão e Eva e como o filho pródigo, ouvimos o
sibilar da serpente que nos ilude e convida a sair do Éden para experimentarmos
“a liberdade” e “prazeres” que não existem no colo do Pai. Ou deveria dizer que
“não existem em lugar nenhum”?!
Alguns percebem o quão mentiroso é tal convite, porém, não
tem forças para voltar, acreditam que precisam se esforçar para merecerem o
retorno.
Outros permanecem perseguindo a miragem de um oásis que
nunca existiu. E com suas mentes presas ao engano, não se dão conta da
realidade sofrida que os aprisionam com grilhões que os mantem longe da
verdadeira paz e felicidade.
Quando o Pai criou o homem, carne, formado do barro, não o
fez para a destruição, mas para que como vasos frágeis, fossemos recipientes da
Sua presença.
E por assim não nos
posicionarmos o corpo segue para a corrupção (a morte física).
No entanto, o aposto Paulo desvenda o mistério que é a
solução para a inversão de tal destino:
“Voltarmos a Presença do Pai, e deixar com o que é mortal
seja absorvido pela Vida!”
Desta maneira, teremos em nós a fonte de água viva, jorrando
para a vida eterna, que pode ser usufruída desde já! João 4:3-26.